Wednesday, January 10, 2007

 

São Paulo, 10/janeiro/2007

Há algum tempo, tenho perguntado-me com insistência sobre os verdadeiros motivos da escola, da educação e do "ensinar". Durantes estes dias que históricamente, descançamos para tentar restabelecermos as forças para um novo exercício, tenho procurado, além de ver "todos" os filmes - evidentemente os que contenham um mínimo de conteúdo - em cartáz, com minha inseparável amada, Beth, visitar a Pinacoteca, passear despreocupadamente pela praça da Luz, aproveitando a beleza dos jardins e de suas obras à céu aberto, tomar um café observando a beleza da paisagem da praça e do prédio da estação, parece-nos que aprendemos um pouco mais, principalmente a olhar, observar, analisar, e talvez entender, a arte, a natureza e as construções humanas, sendo estas últimas as emanadas da engenharia ou aquelas subprodutos: prostituição, mendicância e subempregos. Estes últimos, normalmente vistos mas, nem sempre enxergados pois há muito já fazem parte da paisagem das cidades, assim como as favelas e outras "moradias" resumidas a um simples papelão ou velho cobertor, possível de instalação sob qualquer marquize ou viaduto. Neste caso enxerguei, "penso, logo, existo...".
Bem, lemos os grandes jornais de São Paulo, a educação continua sendo assunto de pauta...

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